Tsitsipas revela que cogitou encerrar a carreira devido às dores nas costas e busca superação para voltar ao topo do tênis

Tsitsipas conta que pensou em aposentadoria por causa de lesão nas costas, mas ainda deseja continuar competindo ao máximo de suas possibilidades

De acordo com informações divulgadas pelo site, Stefanos Tsitsipas, ex-número 3 do tênis mundial, admitiu durante entrevista em Perth que chegou a pensar em encerrar sua carreira devido às dores constantes causadas por uma persistente lesão nas costas. Aos 27 anos, o grego, atualmente na 36ª posição do ranking da ATP, retoma sua trajetória no circuito nesta sexta-feira, na United Cup, após um período afastado das quadras.

Durante a coletiva, Tsitsipas revelou que, diante do quadro físico delicado, pensamentos de aposentadoria passam por sua cabeça com frequência. Ele destacou que, em momentos de dor intensa, o emocional fica abalado e a dúvida sobre o futuro surge com força. Segundo o atleta, a dor constante o fez refletir se valia a pena continuar lutando sem poder viver plenamente sua paixão pelo tênis.

Conforme o próprio Tsitsipas, sua prioridade agora é a felicidade e o bem-estar físico, preferindo viver livre de dores do que lutar em condições adversas. Ainda assim, o tenista destacou que o desejo de seguir na profissão é maior, e que espera jogar por muitos anos. Seu otimismo é sustentado pelo trabalho de recuperação feito nos últimos meses, que resultou numa melhora significativa e na ausência de desconforto na pré-temporada.

O grego também compartilhou que seu maior medo era não conseguir completar as partidas, especialmente após uma derrota no US Open, quando ficou quase dois dias sem conseguir andar. Essa situação abalou suas convicções, levando-o a questionar até onde poderia chegar na competição sem que a dor o impedisse. Entretanto, com um intenso processo de reabilitação, Tsitsipas sente que voltou a ser quem era antes e busca manter esse ritmo ao longo da temporada de 2026, sempre com o objetivo de evitar novas lesões.

Para o futuro, o tenista mantém o otimismo e a esperança de não passar pelos mesmos problemas novamente. Sua maior meta é terminar os jogos sem dores nas costas e evitar novas lesões. Ele afirmou que consultou um dos principais médicos do esporte e quer seguir competindo por pelo menos mais dez anos, reconhecendo o impacto que o tênis teve em sua vida, que considera um verdadeiro sonho.

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