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Janeiro de 2026: Entenda as Fases da Lua e Seus Efeitos nas Marés e na Vida Marinha

Janeiro de 2026: O Ciclo Lunar e Suas Influências Fascinantes

O início de 2026 nos presenteia com a oportunidade de observar e compreender melhor o nosso único satélite natural, a Lua. Suas fases, que alternam a quantidade de luz solar refletida em sua superfície visível da Terra, são um espetáculo celeste constante e um fator importante para diversos fenômenos em nosso planeta.

Compreender o ciclo lunar nos ajuda a entender desde as marés oceânicas até os comportamentos de algumas espécies animais. As mudanças na iluminação lunar não são apenas visuais, mas também impactam ecossistemas inteiros de maneiras surpreendentes.

As fases que observamos – nova, crescente, cheia e minguante – são resultado direto da posição relativa entre a Terra, o Sol e a Lua. Cada uma dessas etapas tem características e influências distintas, que moldam o ambiente ao nosso redor.

Conforme informação divulgada em fontes especializadas em astronomia, o calendário lunar de janeiro de 2026 oferece um panorama claro dessas transformações. Vamos desvendar os mistérios por trás de cada fase lunar e seus efeitos concretos.

A Dança das Fases Lunares e a Iluminação do Céu

A jornada da Lua ao redor da Terra é marcada por um ciclo contínuo de iluminação. Começando com a **Lua nova**, quando o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol, tornando-se praticamente invisível a olho nu. Logo em seguida, a **Lua crescente** surge, aumentando gradualmente a área iluminada que vemos no céu.

O ápice desse ciclo é a **Lua cheia**, momento em que o lado da Lua voltado para a Terra está completamente banhado pela luz solar. Após a plenitude, inicia-se a **Lua minguante**, que representa o declínio da luz visível, sinalizando o fim do ciclo e o retorno à fase nova.

Marés Vivas e Impactos na Vida Marinha Durante as Fases Lunares

As fases da Lua têm uma influência direta e notável nas **marés oceânicas**. Durante a Lua nova e a Lua cheia, ocorre o fenômeno das **marés vivas**, caracterizadas por uma amplitude maior, ou seja, a diferença entre a maré alta e a maré baixa é mais acentuada. Isso se deve à atração gravitacional combinada do Sol e da Lua.

A escuridão proporcionada pela Lua nova também é crucial para a vida marinha. Animais como corais e moluscos sincronizam seus ciclos reprodutivos com essa fase, aproveitando a ausência de luz para se reproduzir. Tartarugas marinhas, por sua vez, frequentemente escolhem a escuridão da Lua nova para desovar, buscando maior segurança para seus filhotes.

Características da Lua e Nossa Percepção no Brasil

A Lua, com seu diâmetro equivalente a cerca de um quarto do da Terra e uma distância média de aproximadamente 384.400 km, exibe particularidades interessantes. Sua órbita elíptica faz com que sua distância varie entre o perigeu (aproximadamente 363 mil km) e o apogeu (até 405 mil km).

A forma como percebemos a iluminação lunar muda dependendo do hemisfério. No **Hemisfério Sul**, onde o Brasil se localiza, a parte iluminada da Lua crescente aparece voltada para a **esquerda**. Já no Hemisfério Norte, a iluminação é vista voltada para a direita.

Rotação Síncrona e Mitos sobre a Influência Lunar

Um fenômeno fascinante é a **rotação síncrona** da Lua, que faz com que sempre vejamos a mesma face do nosso satélite. A outra face, conhecida erroneamente como “face oculta”, também recebe luz solar, mas só pode ser observada com o auxílio de sondas e equipamentos espaciais.

É importante desmistificar a ideia de que a gravidade lunar afeta diretamente o corpo humano. Embora a Lua influencie as marés, **não há evidências científicas** que comprovem que as fases lunares impactam o humor, a saúde ou o comportamento das pessoas. O fascínio pela Lua reside em seus efeitos astronômicos e ecológicos, e não em influências diretas sobre nós.

TikTok nos EUA: A Estratégia que Evitou o Banimento e Garantiu Continuidade da Plataforma Chinesa

TikTok nos EUA continuará operando após acordo que evita banimento e garante dados locais

O futuro do TikTok nos Estados Unidos esteve em xeque por um período significativo, gerando incertezas para seus 200 milhões de usuários. No entanto, uma série de negociações e adaptações estratégicas permitiram que a plataforma chinesa evitasse o banimento e continuasse suas operações no país.

A principal preocupação das autoridades americanas residia na segurança nacional, com receios de que a China pudesse utilizar a plataforma para coletar dados de cidadãos ou influenciar a opinião pública. Uma lei de 2024, assinada pelo presidente Joe Biden e ratificada pela Suprema Corte, determinou a venda do aplicativo para investidores de países considerados aliados, sob pena de banimento.

Apesar de um breve período em que o aplicativo chegou a sair do ar em janeiro de 2025, ordens executivas do então presidente recém-eleito, Donald Trump, permitiram a continuidade do serviço. Essas ordens visavam manter o funcionamento do TikTok até que um acordo definitivo fosse concluído, o que ocorreu em 22 de janeiro de 2026.

Conforme informações divulgadas, o acordo marca o fim da incerteza para o TikTok nos EUA. A plataforma agora implementará mudanças significativas em sua estrutura e operação para atender às exigências de segurança e soberania de dados americanas, conforme exigido pela nova legislação.

Mudanças Cruciais na Operação do TikTok nos EUA

A nova estrutura do TikTok nos Estados Unidos prevê que os dados dos 200 milhões de usuários americanos serão armazenados localmente, em servidores dentro do próprio país. Essa medida visa garantir maior controle e segurança sobre as informações dos cidadãos, mitigando os receios de acesso indevido por parte do governo chinês.

Além disso, a companhia americana terá autoridade total sobre a moderação de conteúdo e as políticas de segurança. Isso significa que as decisões sobre o que é permitido ou não na plataforma, bem como as diretrizes de segurança, serão tomadas internamente nos EUA, sem interferência direta da matriz na China.

Algoritmo Continua Sob Controle da ByteDance, Mas Licenciado

Um ponto crucial do acordo é que o algoritmo do TikTok permanecerá sob o controle da ByteDance, a empresa-mãe chinesa. No entanto, para contornar as restrições da lei, a ByteDance irá licenciar o uso deste algoritmo para a nova companhia americana. Essa solução permite que o TikTok mantenha sua funcionalidade e a experiência de usuário que o tornaram popular, ao mesmo tempo em que cumpre as exigências legais dos EUA.

A liderança da operação americana também foi definida. Adam Presser, que já atuava como chefe de operações do TikTok, assumirá o cargo de CEO da unidade nos EUA. Shou Chew, anteriormente presidente do TikTok, passará a integrar o conselho de administração da empresa, indicando uma transição de papéis dentro da estrutura corporativa.

O Contexto da Lei e o Medo da Espionagem Chinesa

A legislação que colocou o TikTok sob ameaça de banimento foi criada com base em preocupações de segurança nacional. Havia um temor generalizado de que o governo chinês pudesse usar a plataforma para fins de espionagem contra cidadãos americanos ou para disseminar desinformação.

A lei exigia que a ByteDance vendesse suas operações nos EUA para investidores de países que não fossem considerados adversários. A intenção era reduzir a influência de governos estrangeiros considerados hostis sobre tecnologias amplamente utilizadas pela população americana. A rápida ação de Trump, com ordens executivas, demonstrou a complexidade e a urgência política envolvidas na questão do TikTok nos EUA.

Acordo Garante Continuidade e Separação de Dados

O desfecho positivo para o TikTok nos EUA representa um alívio para a empresa e seus criadores de conteúdo, que dependem da plataforma para trabalho e engajamento. A separação de dados e a autonomia na gestão de conteúdo e segurança são os pilares que sustentam essa nova fase.

Com a estrutura definida, o TikTok nos EUA continuará funcionando e, segundo o acordo, em constante “conversa” com a operação global. A capacidade de manter o algoritmo, peça-chave para o sucesso da plataforma, sob licença, foi fundamental para a viabilidade do negócio nos Estados Unidos, evitando um rompimento total com sua origem chinesa.