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Tocanna, a IA que incomodou Jay-Z, anuncia nova era autoral e promete dominar 2026 com hits gerados por inteligência artificial

Tocanna, a voz da inteligência artificial, revoluciona a música com polêmica e ambição autoral

A inteligência artificial (IA) tem se mostrado cada vez mais presente no universo artístico, e a cantora virtual Tocanna é um exemplo disso. Ela ganhou notoriedade mundial após sua paródia da música “Empire State of Mind”, de Jay-Z e Alicia Keys, intitulada “São Paulo”, viralizar no TikTok. A canção, contudo, foi retirada das plataformas digitais após a equipe jurídica de Jay-Z contestar o uso da obra, gerando um debate sobre os limites da criação artística por IAs.

“Incomodei horrores”, declarou Tocanna em entrevista ao podcast “Deu Tilt”, do UOL. A cantora virtual, que é a persona criada por Gustavo Salli, destacou que a polêmica em torno de “São Paulo” foi impulsionada pela repercussão em espanhol. Para ela, a reação teria sido distinta se a paródia fosse feita por um artista humano, levantando questões sobre a aceitação da inteligência artificial na música.

A polêmica em torno de “São Paulo” não impediu Tocanna de continuar produzindo. Ela lançou “Rio de Janeiro”, uma paródia inspirada em uma música de Paris Hilton. No entanto, a cantora virtual sinalizou uma mudança de rumos em sua carreira, visando um futuro mais autoral e menos focado em paródias.

A transição para a autoria com IA

Tocanna anunciou que a próxima fase de sua carreira marcará uma virada significativa para a música criada por inteligência artificial. “Eu quero entrar numa era mais autoral, sem paródias”, afirmou. Ela explicou que, agora, com a capacidade de aprimorar hits existentes, o objetivo é criar suas próprias composições originais.

“Se 2025 eu incomodei, em 2026 vai ser pior”, projetou Tocanna, com confiança. “Porque, quando uma suprema nasce, as outras enfraquecem. E, agora sim, os músicos gerados de inteligência artificial terão seu espaço. É o Black Mirror, baby!”, declarou, referindo-se à famosa série distópica.

O impacto da IA no cenário musical e cultural

O podcast “Deu Tilt”, apresentado por Helton Simões Gomes e Diogo Cortiz, tem explorado a crescente influência da inteligência artificial em diversas áreas, incluindo a música e a cultura. Em um episódio recente, eles listaram as personalidades mais controversas e influentes do universo da IA em 2025, antecipando que essas figuras continuarão a gerar discussões em 2026.

O programa destacou figuras como o empresário Peter Thiel, conhecido por suas visões polêmicas sobre IA, e Tilly Norwood, a primeira atriz gerada por IA, que provocou protestos em Los Angeles. A discussão abrange o impacto dessas inovações e os debates éticos e sociais que elas geram.

O futuro dos smartphones e a inteligência artificial

Além do universo musical, o podcast “Deu Tilt” também abordou a evolução da tecnologia e o papel da inteligência artificial em moldar o futuro. As grandes empresas de tecnologia, como Meta, OpenAI e ByteDance, já buscam um sucessor para o smartphone, apostando em novos aparelhos que redefinirão a interação humana com a tecnologia.

Diogo Cortiz ressaltou que a inteligência artificial está mudando a lógica das interfaces, tornando-as mais conversacionais e menos dependentes de telas. A IA será capaz de interagir com os usuários de forma mais natural, antecipando uma nova era de interação homem-máquina.

Fiascos e polêmicas da IA em 2025

O ano de 2025 foi marcado por diversos fiascos e polêmicas envolvendo a inteligência artificial, como apontado no episódio de “Deu Tilt”. Um dos exemplos citados foi a frustração dos fãs da Apple com a não concretização da integração entre a Siri e o ChatGPT, um projeto que gerou expectativas, mas não se concretizou, levando até a mudanças na liderança da empresa.

Outras gafes e exageros da IA dominaram as conversas, incluindo vídeos controversos e o uso de tecnologias como o Sora 2 para criar deepfakes de figuras históricas. Esses episódios evidenciam os desafios e as questões éticas que acompanham o rápido avanço da inteligência artificial.

Janeiro 2026: O Ciclo Lunar Revela Segredos da Natureza e Influencia Marés e Animais Noturnos

Calendário Lunar de Janeiro de 2026: Entenda a Influência das Fases da Lua

As fases da Lua, um espetáculo celeste que acompanha a humanidade desde tempos imemoriais, seguem um ciclo previsível, moldado pela dança cósmica entre a Terra, o Sol e nosso satélite natural. Cada fase — Nova, Crescente, Cheia e Minguante — representa uma mudança na porção iluminada da Lua vista da Terra, um fenômeno fascinante e facilmente observável em noites de céu limpo.

Este padrão cíclico não é apenas um belo espetáculo visual, mas também exerce influências significativas em nosso planeta. A força gravitacional da Lua, por exemplo, é a principal responsável pelas marés dos oceanos, um efeito que varia de acordo com a fase lunar.

Além das marés, a variação na luminosidade noturna, especialmente durante a Lua Minguante, tem sido objeto de estudos que apontam para impactos no comportamento de diversas espécies. A menor quantidade de luz pode alterar rotinas de alimentação, deslocamento e reprodução de animais, tanto marinhos quanto terrestres.

Compreender essas influências nos ajuda a apreciar ainda mais a complexa teia da vida e a conexão entre os corpos celestes e os ecossistemas da Terra. Conforme informação divulgada por fontes astronômicas, o calendário lunar de janeiro de 2026 apresentará todas essas fases, oferecendo oportunidades únicas de observação e reflexão.

A Lua Nova e Crescente: Início e Ascensão da Luz

A Lua Nova marca o início do ciclo lunar, ocorrendo quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol. Nesse alinhamento, o lado voltado para nós fica na sombra, tornando o satélite praticamente invisível a olho nu. Logo em seguida, inicia-se a Lua Crescente, onde a área iluminada da Lua começa a aumentar gradualmente, um sinal visual do avanço do ciclo.

A Lua Cheia: O Pleno Brilho no Céu Noturno

A Lua Cheia é o ápice do ciclo de iluminação, momento em que todo o lado da Lua voltado para a Terra está banhado pela luz solar. Essa fase é conhecida por sua beleza e também por sua influência nas marés, contribuindo para as chamadas marés vivas, de maior amplitude, devido à força gravitacional combinada do Sol e da Lua.

A Lua Minguante: Declínio da Luz e Impactos na Natureza

Após a plenitude da Lua Cheia, entramos na fase da Lua Minguante. Como o nome sugere, a porção iluminada da Lua começa a diminuir, sinalizando o fim do ciclo lunar. Embora a força gravitacional da Lua continue atuando nas marés, durante a Minguante, as marés apresentam uma amplitude menor em comparação com as marés vivas das fases Nova e Cheia.

A diminuição gradual da luminosidade noturna durante a Lua Minguante tem sido associada a mudanças no comportamento de diversos organismos. Estudos observacionais indicam que essa iluminação reduzida pode alterar padrões de alimentação, deslocamento e reprodução em animais noturnos e marinhos.

Espécies como corais, moluscos, tartarugas marinhas e aves migratórias são sensíveis a essa variação de luz. Elas tendem a ajustar seus hábitos, optando por atividades mais discretas e protegidas em ambientes com menor intensidade luminosa, demonstrando a profunda conexão entre os ciclos lunares e a vida na Terra.

O Ciclo Lunar em Janeiro de 2026

Em janeiro de 2026, o céu noturno nos presenteará com a passagem por todas as fases lunares. Acompanhar essas transformações nos permite não apenas apreciar a beleza do cosmos, mas também compreender melhor os ritmos naturais que regem nosso planeta e a vida que nele habita. A Lua Minguante, em particular, nos lembra da sutileza com que os ciclos naturais influenciam os ecossistemas.