Apple Watch: Novo Alerta de Risco de Hipertensão Pode Salvar Vidas, Saiba Como Funciona e Se Você Pode Usar

Apple Watch: Novo Alerta de Risco de Hipertensão Pode Salvar Vidas, Saiba Como Funciona e Se Você Pode Usar

Uma nova funcionalidade no Apple Watch promete ser um aliado importante na detecção precoce de riscos relacionados à hipertensão. O dispositivo, que já monitora diversos aspectos da saúde, agora utiliza algoritmos avançados para identificar padrões que podem indicar pressão arterial elevada.

É fundamental entender que o relógio não mede a pressão arterial diretamente. Em vez disso, ele analisa dados coletados pelo sensor óptico de frequência cardíaca, avaliando como os vasos sanguíneos respondem aos batimentos do coração. Essa análise ocorre mensalmente, após a configuração da função no iPhone.

A inteligência artificial da Apple, treinada com dados de 100.000 participantes de um estudo cardíaco e validada em um ensaio clínico com mais de 2.000 pessoas, cruza e revisa essas informações. O objetivo é alertar o usuário sobre um possível risco de hipertensão, enviando notificações caso sinais de pressão alta sejam detectados.

Conforme informação divulgada pela fonte, o recurso é voltado para usuários com 22 anos ou mais, que não estejam grávidas e que ainda não tenham um diagnóstico de pressão alta. Pessoas com hipertensão diagnosticada não devem utilizar esta função de alerta, pois o dispositivo não substitui o acompanhamento médico e o controle da condição.

Como Ativar o Alerta de Risco de Hipertensão no Seu Apple Watch

Para aproveitar essa nova ferramenta de saúde, é necessário garantir que seu Apple Watch esteja atualizado com o watchOS 26. Além disso, é preciso possuir um iPhone 11 ou posterior com a versão mais recente do iOS instalada. As informações de saúde são acessadas através do aplicativo Saúde no seu iPhone.

Dentro do aplicativo Saúde, o usuário deve navegar até o ícone do seu perfil, localizado no canto superior da tela, para encontrar e configurar a nova função. A ativação é simples e permite que o relógio comece a monitorar os padrões relacionados à pressão arterial.

Entendendo o Funcionamento da Tecnologia

O sensor óptico de frequência cardíaca é a peça-chave nesta funcionalidade. Ele monitora a variabilidade da frequência cardíaca e a forma como os vasos sanguíneos se dilatam e contraem em resposta aos batimentos. Esses dados são processados por algoritmos que, com o auxílio de inteligência artificial, buscam identificar alterações sutis que possam estar associadas à pressão alta.

A Apple ressalta que a tecnologia foi desenvolvida com base em extensas pesquisas e estudos clínicos. O treinamento da IA com um grande volume de dados permitiu que o sistema aprendesse a reconhecer padrões complexos, aumentando a precisão dos alertas sobre o risco de hipertensão.

Limitações e Recomendações Importantes

É crucial reforçar que o Apple Watch não realiza medições diretas de pressão arterial. A função de alerta é um indicativo de risco e não deve ser utilizada como ferramenta de diagnóstico ou para monitoramento contínuo de pacientes já diagnosticados com hipertensão. A consulta e o acompanhamento médico continuam sendo indispensáveis.

A empresa estabeleceu critérios de idade e condições específicas para o uso da função, visando garantir a segurança e a eficácia do alerta. Pessoas com condições médicas preexistentes, como a hipertensão, devem sempre seguir as orientações de seus médicos e não depender exclusivamente da tecnologia do smartwatch para gerenciar sua saúde.

Modelos Compatíveis e Requisitos de Sistema

Para utilizar o novo recurso de alerta de risco de hipertensão, é necessário ter modelos específicos de Apple Watch e iPhone. Os relógios compatíveis incluem as versões mais recentes com o watchOS 26. Quanto aos iPhones, é preciso ter um modelo iPhone 11 ou posterior com o iOS mais atualizado.

A atualização dos sistemas operacionais é essencial para o correto funcionamento e acesso a todas as funcionalidades. A verificação das versões do watchOS e iOS pode ser feita diretamente nas configurações dos dispositivos, garantindo que o usuário esteja sempre com a tecnologia mais recente disponível para monitoramento de saúde.

Lei do Ex define nomes decisivos no clássico Guarani x Ponte Preta e traz tensão ao dérbi campineiro

Guarani e Ponte Preta entram em campo neste sábado para o dérbi campineiro, onde a ‘lei do ex’ pode pesar, com quatro atletas de cada lado que já defenderam o time adversário e prometem influenciar o clássico

O dérbi entre Guarani e Ponte Preta, marcado para este sábado às 16h no Brinco de Ouro, é carregado de rivalidade e decisões que vão além da tabela. Um dos ingredientes mais sensíveis do confronto é a chamada “lei do ex“, um fator que coloca em destaque atletas que vestiram as duas camisas e podem se tornar cartas decisivas para seus times.

Ambos os clubes possuem quatro jogadores que já passaram pelo rival, e cada um deles carrega histórias e desempenho que podem interferir diretamente no resultado do clássico. Esses nomes, mesmo sem garantias absolutas de titularidade, são tratados com atenção redobrada pelos técnicos e torcedores, pois podem decidir momentos importantes da partida.

No Guarani, o goleiro Caíque França é o exemplo máximo dessa dinâmica, com 93 jogos pela Ponte Preta entre 2022 e 2023 e atuações decisivas. Na Ponte, o zagueiro David Braz, com passagens por grandes clubes do futebol brasileiro, estreia em dérbis campineiros contra o time do qual já fez parte. Um confronto recheado de histórias e rivalidades internas será decidido em campo conforme revelado em informações divulgadas pelo ge.

Jogadores do Guarani que conhecem a rivalidade de dentro para fora

O Guarani conta com quatro nomes que vestiram a camisa da Ponte Preta e carregam a responsabilidade da ‘lei do ex’. O goleiro Caíque França é o destaque: disputou 93 partidas pela Macaca recentemente, incluindo jogos importantes como o título da Série A2 do Paulistão, onde brilhou ao defender três pênaltis na final contra o Novorizontino.

Além dele, o atacante Lucca, embora atualmente seja reserva, possui histórico de 45 gols pelo time alvinegro em duas passagens, em 2017 e 2022, e busca seu primeiro gol no dérbi, com três partidas disputadas no clássico. O lateral-direito Cicinho, que já atuou por ambos os lados, e o atacante Herbert, que deixou a Ponte antes de uma estreia oficial, completam o quarteto do Bugre que conhece a arena rival.

Ponte Preta tem nomes experientes e que viveram o conflito no outro lado

Do lado da Ponte Preta, o zagueiro David Braz é o foco principal. Campeão por clubes como Palmeiras, Flamengo e Santos, ele defendeu o Guarani em 2025, mas nunca esteve presente nos tradicionais dérbis da Serie C. Agora, como peça-chave na defesa da Macaca, Braz terá sua estreia em um clássico tão esperado.

Outros jogadores que transitam entre os dois times são o lateral-direito Lucas Justen, com histórico de quatro dérbis pelo Guarani e possibilidade de estreia pela Ponte caso recupere-se da lesão, além do campineiro Pacheco, que soma retrospecto positivo no clássico, com quatro vitórias e um empate em cinco jogos, tendo defendido ambos os clubes.

Institucionalmente, a ‘lei do ex’ atinge também técnicos e reforça a tensão do clássico

Não são apenas os jogadores que ilustram a ‘lei do ex’ no dérbi. O técnico Marcelo Fernandes, demitido do Guarani na Série C e imediatamente contratado pela Ponte Preta, conquistou o título nacional com a equipe alvinegra e soma duas vitórias em dérbis, mostrando como a rivalidade ultrapassa o gramado. Essa troca entre os clubes mexe com a estratégia de ambos os lados e aumenta a expectativa para o confronto.

Confronto crucial para Guarani e Ponte Preta em fases opostas do Paulistão Série C

O duelo deste sábado apresenta equipes em momentos distintos na competição. O Guarani está na quinta posição, com oito pontos e embalado por duas vitórias seguidas, mirando a classificação para o mata-mata decisivo. Já a Ponte Preta amarga a lanterna do campeonato, com apenas um ponto em cinco jogos, e vê o dérbi como uma partida decisiva para escapar do rebaixamento.

A partida terá torcida única, conforme recomendação do Ministério Público de São Paulo desde 2018, com cobertura do ge em tempo real para os torcedores acompanharem cada lance. A tensão gerada pela “lei do ex” traz um capítulo a mais para a história centenária do clássico interiorano de Campinas.