Dérbi 213 entre Guarani e Ponte Preta reúne pressão, retrospecto e momentos opostos no Paulistão 2025

Dérbi 213, marcado para sábado às 16h no Brinco de Ouro, coloca em campo Guarani e Ponte Preta com momentos distintos, retrospecto recente e muita pressão para ambos

O clássico entre Guarani e Ponte Preta sempre desperta emoções, mas neste sábado, o dérbi 213 ganha contornos especiais. De um lado, o Bugre vem embalado por duas vitórias consecutivas e busca confirmar sua ascensão no Paulistão, consolidando-se no G-8. Do outro, a Macaca amarga a lanterna, segue sem vitória nas cinco rodadas iniciais e enfrenta uma crise financeira que afeta diretamente o time.

Conforme informações divulgadas pelo ge, a história do dérbi reforça que clássico não tem favorito, porém, os contextos fazem a pergunta: quem está mais preparado e pressionado para o duelo? A análise de três comentaristas ouvidos pelo ge ajuda a compreender a realidade de cada clube e as chances para este confronto decisivo.

Embora a Ponte Preta defenda um retrospecto recente positivo em confrontos contra o Guarani, vencendo três vezes e empatando uma em 2025, o momento atual é claramente favorável ao Bugre, que avançou em planejamento e qualidade técnica. Já a Macaca enfrenta desafio para superar os problemas extracampo e a falta de entrosamento.

O dérbi 213 será pela sexta rodada do Paulistão, no estádio Brinco de Ouro, cenário para um jogo que vale a permanência e a esperança de redenção para as duas equipes.

Guarani: ponto forte na defesa e avanços no elenco

O Guarani tem mostrado evolução defensiva significativa e conta com a segurança do goleiro Caíque França, um dos pilares da segunda melhor defesa do campeonato, atrás apenas do invicto Red Bull Bragantino. A confiança da equipe cresce após as duas vitórias consecutivas, mesmo enfrentando adversários de alta qualidade como o Santos.

Além disso, a diretoria busca manter os talentos da base, como a renovação do atacante Kewen, mostrando atenção ao potencial dos atletas para o futuro do clube. Esse conjunto ajuda a equipe a se firmar no G-8 e vislumbrar a sequência do campeonato com otimismo.

Ponte Preta: crise financeira e desafios em campo

Já a Ponte Preta vive um momento turbulento, com salários atrasados, desrespeito institucional e dificuldades para montar o elenco ideal. Os problemas fora dos gramados afetam diretamente o desempenho dentro de campo, gerando desmotivação e queda de rendimento.

O técnico Marcelo Fernandes tem lidado com uma equipe desorganizada e defasada em relação ao rival, e ainda busca criar uma estratégia sólida, especialmente no aspecto defensivo e em contrataques rápidos e eficientes, que ainda não foram plenamente demonstrados nesta temporada.

Análise dos comentaristas: favoritismo, pressão e a força do dérbi

Os especialistas concordam que o Guarani chega mais preparado para o clássico. Um comentarista destaca, “o Guarani melhorou defensivamente e criou uma solidez atrás, enquanto a Ponte ainda está em processo de adaptação e entrosamento com os reforços”.

Outro reforça que “o Guarani investiu, contratou bem e já pensa na Série C, enquanto a Ponte vive um cenário difícil, com problemas fora de campo e sem conseguir definir equipe”. Porém, alertam que o favoritismo do Bugre não pode se transformar em pressão negativa.

Por fim, os comentaristas lembram que o dérbi muda tudo, e, apesar dos momentos distintos, a Ponte Preta precisa da vitória para tentar escapar da zona de rebaixamento e mostrar raça, aproveitando o fator imprevisível que todo clássico oferece.

O confronto no Brinco de Ouro promete muita emoção e entrega, e o ge transmite todos os lances em Tempo Real para quem quiser acompanhar de perto essa edição decisiva do clássico campineiro.

Calendário Lunar de Janeiro de 2026: Descubra a Fase da Lua no Dia 30 e Seus Impactos Científicos

Fase da Lua em 30 de Janeiro de 2026: Um Olhar Detalhado sobre o Ciclo Lunar

As fases da Lua são um espetáculo celeste que fascina a humanidade há milênios. A cada mês, observamos o nosso satélite natural mudar de aparência no céu, um fenômeno que obedece a um ciclo previsível. Em 30 de janeiro de 2026, a Lua estará em uma fase específica, e entender o seu significado nos ajuda a compreender melhor as forças que moldam nosso planeta.

Essa variação na iluminação lunar é resultado direto da dança cósmica entre a Terra, o Sol e a Lua. Conforme a Lua orbita nosso planeta, diferentes porções de sua superfície voltada para nós são banhadas pela luz solar, criando as distintas fases que conhecemos. A partir de informações divulgadas sobre o tema, podemos aprofundar nosso conhecimento sobre este ciclo constante.

As fases lunares não são apenas um belo espetáculo visual, mas também exercem influências notáveis em nosso ambiente. A gravidade lunar, por exemplo, é a principal responsável pelas marés nos oceanos, um efeito que se intensifica em certas fases do ciclo. Além disso, a luz da Lua pode afetar o comportamento de diversos animais, especialmente os marinhos e os de hábitos noturnos.

Compreender a fase da Lua em um dia específico, como em 30 de janeiro de 2026, nos permite apreciar a complexidade das interações celestes e seus impactos terrestres. Vamos explorar os aspectos científicos e curiosidades que cercam nosso eterno satélite natural e seu ciclo de fases.

O Ciclo Completo das Fases Lunares

O calendário lunar é marcado por quatro fases principais: Lua Nova, Lua Crescente, Lua Cheia e Lua Minguante. A Lua Nova ocorre quando a Lua se alinha entre a Terra e o Sol, tornando-se praticamente invisível para nós. Logo em seguida, temos a Lua Crescente, onde a área iluminada da Lua começa a aumentar gradualmente. A fase de Lua Cheia surge quando todo o lado da Lua voltado para a Terra está completamente iluminado pelo Sol.

Por fim, a Lua Minguante marca o declínio da luz visível, sinalizando o fim do ciclo lunar e o início de um novo. Essas mudanças são consequências diretas da posição relativa entre a Terra, o Sol e a Lua, um fenômeno que pode ser facilmente observado em noites de céu limpo, bastando apenas olhar para cima.

Influência da Lua nas Marés e na Vida Marinha

A fase da Lua tem uma forte relação com os oceanos, pois a gravidade lunar influencia diretamente as marés. Durante os períodos de Lua crescente e cheia, ocorrem as chamadas marés vivas, que são caracterizadas por uma maior amplitude, ou seja, a diferença entre a maré alta e a maré baixa é mais acentuada. Isso demonstra a poderosa interação gravitacional entre a Terra e a Lua.

Além do efeito sobre as águas, observações científicas indicam que diversos organismos também respondem à intensidade da luz lunar. A iluminação progressiva da Lua crescente, por exemplo, pode alterar o comportamento de espécies marinhas e animais noturnos. Corais, moluscos, tartarugas marinhas e aves migratórias são alguns exemplos de seres que podem ter seu comportamento influenciado pela fase lunar.

Curiosidades Científicas sobre a Lua

A Lua, nosso único satélite natural, possui um diâmetro equivalente a cerca de um quarto do planeta Terra. Sua distância média da Terra é de aproximadamente 384.400 km, mas essa distância varia devido à sua órbita elíptica. No perigeu, ponto mais próximo, a Lua se aproxima de 363 mil km, enquanto no apogeu, ponto mais distante, pode alcançar 405 mil km.

A forma como observamos a iluminação da Lua também muda dependendo do hemisfério em que nos encontramos. No Hemisfério Sul, a parte iluminada da Lua crescente aparece voltada para a esquerda, enquanto no Hemisfério Norte, ela se volta para a direita. Essa diferença é explicada pelo ângulo de observação.

Outro fenômeno marcante é a rotação síncrona, na qual a Lua leva o mesmo tempo para girar sobre seu eixo e para orbitar a Terra. Isso faz com que sempre vejamos a mesma face do nosso satélite. A região oposta, incorretamente chamada de “face oculta”, também recebe luz solar, mas só pode ser observada com o auxílio de sondas e equipamentos espaciais.

A Lua e o Corpo Humano: Mitos e Verdades

Apesar da forte influência da Lua sobre as marés e alguns ecossistemas, é importante ressaltar que a gravidade lunar não impacta diretamente o corpo humano. Até o momento, não existem evidências científicas concretas que comprovem que as fases da Lua afetem o humor, a saúde ou o comportamento das pessoas. Portanto, muitos dos efeitos atribuídos à Lua sobre nós são considerados mitos populares.