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Gabigol resolve crise da camisa 9 no Santos e se firma como centroavante titular absoluto em 2026

Gabigol chega para fortalecer a posição de centroavante no Santos em meio às cobranças por reforços e se destaca como peça fundamental para o time em 2026

O Santos vive um momento de desafios na montagem do seu elenco para a temporada, mas encontrou na contratação de Gabriel Barbosa, o Gabigol, uma solução para uma das maiores dores dos últimos anos: a posição de centroavante. Conforme informações divulgadas pelo ge, a vaga que era uma das mais problemáticas para o Peixe nas temporadas anteriores agora está consolidada com o jogador argentino como titular absoluto.

A busca por um camisa 9 que conseguisse corresponder às expectativas gerou em 2024 e 2025 uma rotatividade sem precedentes. Nove centroavantes diferentes passaram pelo clube nesse período, além de improvisações com jogadores como Thaciano e Neymar na função. Esta instabilidade complicou o rendimento da equipe no ataque e trouxe insegurança para a torcida.

Gabigol, contratado para ser o dono da posição, não só preencheu essa lacuna como mostrou em apenas 3 jogos ter uma eficiência marcante, anotando 2 gols, segundo estatísticas recentes. Sua segurança em campo e repertório técnico garantem que não haja mais espaço para dúvidas ou concorrência nesse posto. Apesar disso, o clube ainda precisa definir a melhor dupla ofensiva, uma vez que Neymar está prestes a retornar aos treinos de campo e promete forte concorrência também no ataque.

Este cenário reforça a importância da estabilidade na função e do desempenho do camisa 9 para que o Santos consiga superar outras dificuldades do elenco, além de sonhar com melhores campanhas. A análise das opções disponíveis e da integração entre Gabigol e Neymar será fundamental para o sucesso do Peixe em 2026.

Contexto da crise na posição de centroavante no Santos

Nos últimos anos, o Santos sofreu muito com a instabilidade na posição de centroavante, um dos pilares fundamentais de qualquer time de futebol. A saída constante de jogadores, as improdutividades e as lesões fizeram com que o clube passasse por uma verdadeira crise nessa função.

Segundo o ge, nomes como Júlio Furch e Alfredo Morelos, que vieram como apostas, pouco jogaram e ainda trouxeram prejuízos financeiros. Willian Bigode e Wendel Silva foram utilizados durante a Série B de 2024, assim como Enzo Monteiro, mas nenhum conseguiu se firmar. Deivid Washington chegou para assumir papel semelhante ao que Gabigol assumiu, mas ficou aquém das expectativas. Tiquinho Soares, contratado com projeção, oscilou e agora caminha para deixar o clube.

A irregularidade também marcou a passagem de jogadores jovens, como Luca Meirelles, que chegou a ser um dos preferidos da torcida, mas foi rapidamente vendido ao futebol ucraniano sem deixar grandes marcas. Já Lautaro Diaz, antes da chegada de Gabigol, correspondia mais taticamente que tecnicamente e acabou como reserva na atual temporada.

Gabigol como ponto de equilíbrio e solução para o Peixe

Gabriel Barbosa trouxe confiança e gols logo nas primeiras partidas, o que era algo que o Santos não tinha há muito tempo na posição. Com 2 gols em 3 jogos de 2026, ele demonstra que pode ser a referência ofensiva que o Peixe precisava para retomar sua força no ataque.

O camisa 9 não só domina o setor como também inspira segurança para os técnicos e para o restante do elenco, o que é fundamental para organizar o estilo de jogo do time. A consistência de Gabigol faz com que ele não sofra concorrência direta para a posição, algo raro no Santos das últimas temporadas.

Perspectivas para a dupla Gabigol e Neymar

Enquanto Gabigol reina como centroavante, o clube observa com expectativa a volta de Neymar aos treinos de campo. A formação da dupla entre os dois grandes nomes ofensivos promete agitar o setor de ataque do Santos, potencializando as chances e aumentando o poder ofensivo da equipe.

A combinação desses atletas pode ser decisiva para que o Peixe supere os desafios do Brasileirão e outras competições, dando à torcida motivos para acreditar em uma temporada de sucesso. A sintonia entre Gabigol e Neymar será um dos principais pontos de atenção para comissão técnica e fãs do time.

O desafio do Santos além da camisa 9

Apesar da solução para o centroavante, o Santos ainda precisa lidar com problemas em outras posições do elenco. A cobrança por reforços permanece, e a diretoria deve continuar atenta para suprir as demais lacunas que dificultam o rendimento do time.

Para consolidar um projeto vencedor, o Santos depende da manutenção do alto nível que Gabigol apresenta e de novas contratações que possam equilibrar o plantel. O desempenho do camisa 9 é um alento, mas não a única resposta para os desafios que o clube enfrenta.

Histórico Cruzeiro x São Paulo na final da Copinha 2007: saiba quem jogou e os nomes que brilharam na base do futebol brasileiro

Cruzeiro e São Paulo se enfrentam novamente na final da Copinha 19 anos após duelo histórico com nomes que brilharam no futebol nacional

O reencontro de Cruzeiro e São Paulo na final da Copa São Paulo de Futebol Júnior promete reviver a emoção de 2007, quando as equipes disputaram a decisão do principal torneio de base do Brasil pela primeira e única vez entre si. Na ocasião, a Raposa conquistou seu único título na competição, vencendo nos pênaltis após um empate por 1 a 1 no tempo normal.

O jogo aconteceu no dia 25 de janeiro de 2007, no estádio do Pacaembu. Anderson marcou para o Cruzeiro aos 33 minutos do primeiro tempo, e Thiago igualou para o São Paulo aos três minutos da etapa final. A vitória por 6 a 5 nas cobranças de pênaltis tornou aquela equipe cruzeirense campeã.

Na trajetória até a decisão, o Cruzeiro mostrou força liderando seu grupo e eliminando times tradicionais como Corinthians e Vitória no mata-mata. O São Paulo, por sua vez, superou adversários como Fluminense e Athletico-PR para chegar à final do torneio. Agora, quase duas décadas depois, os times se enfrentam novamente buscando o troféu em um confronto que carrega muita história.

Conforme informação divulgada pelo ge, esta edição reserva a chance de rever alguns nomes que seguiram destaque no futebol nacional, tanto entre jogadores quanto na comissão técnica.

Jogadores e técnicos que participaram da final de 2007 e construíram carreiras importantes

Um dos destaques do título do Cruzeiro foi o goleiro Rafael, que brilhou nas penalidades defendendo uma cobrança decisiva. Ele permaneceu na Raposa até 2020, transferiu-se para o Atlético-MG e, desde 2023, atua no São Paulo, clube onde foi revelado.

Guilherme começou sua carreira na base do Cruzeiro, com passagem por clubes europeus como Dynamo Kyiv e CSKA Moscou. Já Maicon, zagueiro que estava naquela equipe cruzeirense e ainda está em atividade, defende atualmente o Coritiba. Ele teve carreira na Europa e clubes brasileiros, incluindo o São Paulo e o próprio Cruzeiro.

Outro exemplo é Jonathas, que também saiu do Cruzeiro para jogar na Europa, passando por ligas como a italiana, espanhola e alemã, além de clubes no Oriente Médio e Índia. No Brasil, defendeu times como Corinthians e América-MG recentemente.

Do lado do São Paulo, revelações que seguiram trajetórias internacionais e clubes importantes

O zagueiro Breno participou daquela final e teve destaque na seleção brasileira olímpica. Jogou na Alemanha pelo Bayern de Munique e Nuremberg, retornando ao Tricolor entre 2015 e 2017, quando foi emprestado ao Vasco, onde encerrou a carreira.

Aislan, outro jogador da equipe são-paulina, passou por clubes na Inglaterra e Suíça, além de diversos times brasileiros, encerrando sua carreira no Chipre. O meia Bruno César, que perdeu o pênalti decisivo na final, acumulou passagens por Corinthians, Benfica, Palmeiras e Vasco, entre outros clubes.

Comissão técnica e legados na base e profissional

Enderson Moreira, treinador do Cruzeiro na Copa São Paulo de 2007, tem extensa carreira no futebol brasileiro, com trabalhos em clubes tradicionais como Fluminense, Grêmio e Santos. Atualmente, está no Novorizontino e possui três títulos da Série B no currículo.

No São Paulo, Marcos Vizolli era o técnico ao longo da base e hoje é auxiliar técnico do time principal, além de comandar a equipe sub-17. Ex-volante do clube nos anos 1980 e começo dos 1990, Vizolli é responsável pela formação de atletas renomados como Casemiro e Gabriel Sara, além de ter conquistado títulos nacionais pelo Tricolor durante sua carreira como jogador.

Este reencontro da final da Copinha entre Cruzeiro e São Paulo reacende memórias e oferece um panorama do futuro do futebol brasileiro, com jovens talentos buscando o mesmo sucesso que seus ídolos alcançaram. A decisão de 2026 acontece neste domingo às 11h, no Pacaembu, e promete atrair a atenção dos fãs do futebol de base em todo o país.