Tomás Rincón sofre com queda de destaque no Santos na temporada atual, refletindo mudança de fase e menor envolvimento na equipe
Conforme informações divulgadas pelo g1, a temporada de Tomás Rincón pelo Santos apresenta um cenário de menos oportunidades e perda de prestígio no elenco, após períodos de destaque como liderança do time. O meio-campista, de 37 anos, participou de apenas quatro partidas sob o comando de Vojvoda, sendo titular em apenas uma delas, e sem registrar gols ou assistências durante sua atuação.
Na derrota por 3 a 0 para o Ceará, Rincón atuou por apenas 45 minutos, e sua última participação ocorreu na despedida do Campeonato Brasileiro, contra o Cruzeiro, quando entrou em campo por 12 minutos. Após esse jogo, o jogador ficou oito partidas consecutivas sem atuar, demonstrando a redução de sua participação na equipe, especialmente nas partidas contra Fortaleza, Palmeiras, Flamengo, Mirassol, Internacional, Sport e Juventude.
Essa diminuição de espaço na equipe contrasta com o papel de liderança que Rincón desempenhava anteriormente, especialmente antes da chegada de Neymar, quando costumava usar com frequência a braçadeira de capitão. Sua queda de rendimento e de espaço na escalação refletem uma mudança de fase na carreira do meio-campista, que, há alguns anos, era peça-chave no elenco santista.
Impacto da mudança na equipe e expectativas futuras
A redução do papel de Rincón evidencia também a renovação do elenco do Santos, buscando jovens talentos e uma nova configuração tática. Ainda assim, a situação do veterano levanta questionamentos sobre sua futuro no clube e se ainda poderá recuperar espaço na equipe principal.
Qual a avaliação dos torcedores e especialistas?
As opiniões variam entre avaliações críticas e de reconhecimento pelo período de liderança e experiência que Rincón trouxe ao Santos. Para alguns, sua temporada foi marcada por uma fase de transição, enquanto outros esperam que possa recuperar sua relevância na equipe com melhorias e maior aproveitamento técnico.
Por ora, a temporada de Tomás Rincón pelo Santos serve de reflexão sobre o ciclo de jogadores experientes na equipe e a adaptação às novas necessidades do time, com menos oportunidades e maior rotatividade no elenco.